Figura mística (ou um ser celestial?) surgido não sei quando e de não sei onde que, nos ares amazônidas de Belém do Pará, se manifesta por intermédio do Catalineiro Maj Esp Av Refm José ANANIAS Fernandes em expressivas loas de prosa e verso. De puro e tocante sentimento evocativo, nos emociona ao relembrar o CATALINA em seus feitos singelos ou heroicos e o que representou para mais do que muitos desassistidos amazonenses, amazonidenses, e amazônidas, teimosos em viver e sobreviver naquele imenso Território-Continente.

Em 2007, assim o homenageou:

Na floresta que margeia, no rio que corre, a esperança chega... Era, também, a vinda dos novos tempos para os ignorados do mais distante pedaço do BRASIL, além da segurança de quem veio para dar, nas mãos dos que estão para receber, garantindo assistir e integrar os que lá estavam, construindo, soerguendo, levantando e assegurando novos caminhos para as gerações futuras. E, a trezentos metros de altura, sua tripulação se comovia com a visão que marcava duas civilizações que se encontravam no tempo da reconstrução.

Era o CATALINA na Amazônia!

Quieto estava, na observação do que ocorria entre uma e outra Reunião da ABRA-CAT, quando, em 2009, o artigo “Procura-se um Aviador Catalineiro” mexeu com seus brios e o levou a um desabafo que nos brindou com o “Especialíssimo Catalineiro”.

Adormecido (será que ser celestial dorme?) por um bom período, eis que surge com mais esta três “pérolas”: em janeiro de 2015, o “Papo Molhado” e “Perguntando ao Sainana...”, e, em março, “O Catalina em Itaituba”...

Já em janeiro do ano seguinte, modificando o enfoque de suas “relembranças”, seu espírito crítico e seu senso agregador na Família Catalineira, nos trouxe à reflexão “O papo de dois Catalinas”; e, logo em março desse 2016, cria uma digressão informativa sobre expressões do nosso idioma com “Uma análise evolutiva das coisas da vida”.

Em fins do primeiro semestre de 2016, aumentaram as suas preocupações com a harmonia e o entendimento no seio da Família Catalineira, levando-o a ensimesmar-se das saudades dos CATALINA para canalizar sua energia e seus esforços na busca da estagnada motivação dos integrantes da ABRA-CAT para a continuidade dos seus objetivos, produzindo, no mês de agosto, as epístolas conclamatórias: “Coisas que acontecem...”, “Oitentões”, “Vida da Associação dos Catalineiros”, “O Sentido da Criação”, “O significado dos 80 anos vividos ou mais!”, e “Vida”...

Talvez decepcionado por não ter atingido os objetivos que colimara, Nosso SAINANA se recolheu em seu refúgio, em algum recôndito da mata amazônica ou, quem sabe, num daqueles grandes cúmulos das tardes paraenses... E aí permaneceu!

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Sobre o Autor: ver Artigo “Maj Esp Av Ananias” nesta Categoria

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